domingo, 11 de dezembro de 2011


Tantos caminhos tortos
Tantas rotas em vielas
Caminhos sem sentido.
Tanta lama pela na estrada, tanto espinho na garganta.
Tanta busca incessante, pela fonte esquecida.
Quantas vezes desisti...voltei de onde não fui,
Fui, inexplicavelmente, inúmeras vezes, expulso de onde não tava.
Fui fogo apagado, pegadas na praia.
No passado fui mínimo, tísico...no passado.
E quem me ver agora sóbrio, lúcido...que diferença;
Sol nascente numa estrada infinita...
E tudo de antes vai longe, distante de mim,
Vai como um carro em sentido contrário, um ponto distante;
Todos os dias se afastando mais.
Não piso as mesmas lamas, já tirei o espinho,
Minhas rotas são perfeitas, meus caminhos são retas certas.
E quem me ver hoje...que diferença, que diferença.







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